segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cadastro como profissional da saúde


Chegou 2010! E que este ano traga muitas conquistas para todos e boas postagens para o Psi Quê?. Aproveitando o Ano Novo, este é um bom momento para colocar as pendências em dia. Isso inclui cadastramentos e recadastramentos, pagamentos de impostos, renegociação de dívidas, etc. E os psicólogos não escapam disso...

Todo profissional deve ser devidamente registrado no CRP, Conselho Regional de Psicologia, e manter seu cadastro atualizado. Deve também verificar a necessidade de inscrever-se na prefeitura, Secretaria de Saúde ou Vigilância Sanitária e os impostos referentes à profissão. Cada região possui uma legislação específica, então vale a pena pesquisar no site da prefeitura e/ou Vigilância Sanitária.

Confesso que eu tive um pouco de dificuldade de achar essas informações relativas à cidade de São Paulo. O site do CRP-SP informa a necessidade da inscrição como profissional de saúde aqui e disponibiliza o link para o site da prefeitura que possui todas as informações sobre o CMVS (Cadastro Municipal de Vigilância em Saúde) estava no ar até hoje pela manhã, mas não consigo mais acesssá-lo.

O psicólogo deve inscrever-se também no CCM (Cadastro de Contribuintes Mobiliários), cujo principal imposto é o ISS (Imposto Sobre Serviços). Mais informações estão disponíveis no site da prefeitura.
A tecnologia, quando bem empregada, é uma dádiva, então, animem-se! O profissional pode fazer sua inscrição no CCM on-line através do site. A inscrição gera um protocolo que deve ser entregue em uma das subprefeituras.

Profissionais liberais e autônomos da CIDADE DE SÃO PAULO estão isentos do pagamento do ISS (Lei 14.864/2008) desde janeiro de 2009, mas não da inscrição no CCM.

Depois de cadastrar-se no CCM, o profissional deve emitir a Ficha de Dados Cadastrais (FDC), que comprova o cadastro no CCM. Isso também pode ser feito pelo site da prefeitura: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/financas/servicos/ccm/index.php?p=2373

Por hora é isso. Fico devendo a informação completa sobre o CMVS, pois prefiro postar dados atualizados e os links com as devidas informações. Assim que tiver essas informações, posto aqui.


Saudações psis

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Senado Federal realiza enquete sobre Ato Médico

Atenção, atenção! O Senado Federal disponibilizou uma enquete no site sobre o Ato Médico.

A pergunta é simples: "Você é a favor ou contra a regulamentação do exercício da medicina nos termos do projeto PLS 268/02 (Ato Médico)?". Bom, posso responder em duas partes? Sim, sou a favor da "regulamentação do exercício da medicina", o que é benéfico para a sociedade, garantindo um serviço de qualidade e NÃO, não sou a favor da regulamentação "nos termos do projeto PLS 268/02", que interfere de forma negativa na autonomia dos demais profissionais da saúde.

Sugiro que vocês acessem o site do Senado e votem, demonstrando sua opinião sobre esse projeto de lei. Afinal, quem ficou sabendo dessa enquete? O quanto foi divulgada para vocês? Pois é... Eu soube por mero acaso e já registrei o meu voto! Aproveitem e divulguem para os contatos de vocês.

Só como curiosidade, quando votei o resultado estava assim: 51% a favor do Ato Médico e 49% contra.

Vamos mudar esse resultado e demonstrar nosso descontentamento?


Saudações Psis

domingo, 22 de novembro de 2009

Caminhada cívica pela empregabilidade e respeito às profissões da saúde



E lá vamos nós, de novo! CONTRA O ATO MÉDICO! Vamos parar de reclamar e fazer a nossa parte, certo? Divulguem, repassem, protestem!

No próximo dia 26 de novembro de 2009 os profissionais da saúde (e simpatizantes da causa!) se reunirão na Rua Teixeira da Silva (a 80 metros do metrô Brigadeiro) ao lado da sede do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo (CREFITO-SP), às 20h30, e percorrerão a Av. Paulista até o MASP, onde realizarão um ato público, solicitando aos Senadores que rejeitem o Projeto de lei nº 7.703/2006 (ATO MÉDICO).

Venha com uma camiseta branca, representando a SAÚDE e a PAZ que devem prevalecer nas relações das equipes multiprofissionais da saúde!

Então:

Ponto de encontro inicial: CREFITO-SP (R. Teixeira da Silva)
Ato Público: MASP (Av. Paulista)
Horário: 20:30h




Exibir mapa ampliado

Saudações Psis, pela autonomia profissional!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Ato médico e manifestação do CRP-SP

E lá vamos nós divulgar e incentivar a mobilização CONTRA o PL 7.703/06, o famosíssimo Ato Médico, que tira a autonomia dos profissionais da saúde e os subjugam à classe médica. Quer saber mais do por quê de sermos contra o Ato Médico? Então acesse o site http://www.atomediconao.com.br/ e leia os artigos e suas justificativas para não serem aprovados pelos demais profissionais da saúde.


Segue abaixo a manifestação do CRP-SP, divulgada no dia 13 de novembro de 2009.

Leiam, divulguem e repassem.









ATO MÉDICO - A LUTA CONTINUA



PSICÓLOGO: MANIFESTE-SE COM RELAÇÃO AO PL DO ATO MÉDICO


No dia 21 de outubro de 2009 foi aprovado pela Câmara dos Deputados o projeto de lei 7.703/06 (Ato Médico).

Durante 2 anos e 10 meses de tramitação na Câmara, o projeto teve 121 andamentos, 93 Emendas e 19 Pareceres. Passou por várias Comissões (Constituição, Justiça e Cidadania, Trabalho, Administração e Serviço Público, Educação e Cultura e Seguridade Social e Família).

Os Conselhos de Psicologia estiveram durante todo esse tempo na luta contra o Projeto de Lei do Ato Médico. Foram entregues ao Congresso 1 milhão de assinaturas, colhidas conjuntamente com outras profissões da área da Saúde. Apoiamos na Câmara dos Deputados as emendas relativas à questão do Diagnóstico, Chefia dos Serviços de Saúde e Acupuntura. Veja notícia no Jornal do Conselho Federal.

No entanto, após tramitação, foi aprovado um texto que não contemplou nossas reivindicações.

Acreditamos que o texto, tal como aprovado, fere o princípio de integralidade do SUS, que entende a Saúde como um processo de múltipla determinação, com as ações de Saúde intervindo também nas condições de vida da população, o que envolve diversos profissionais e áreas do conhecimento.

Não se pode deixar apenas a cargo do médico a tarefa de decidir sobre tratamento e cuidados em Saúde. Ao definir o diagnóstico nosológico como prática privativa médica, o PL coloca em risco a possibilidade de diagnóstico por outros profissionais da Saúde, retirando a autonomia desses profissionais e subordinando suas ações ao médico.

Segundo o PL, apenas médicos poderão ocupar cargos de Chefia de Serviços Médicos. Entretanto, não define o significado desses serviços, o que poderá prejudicar a possibilidade de outras profissões ocuparem cargos de gestão em serviços de Saúde, como, por exemplo, as Unidades Básicas e os Centros de Atenção Psicossocial.

O exercício da Acupuntura pelo psicólogo, regulamentado pela Resolução CFP 05/2002, pode ficar prejudicado com o PL do Ato Médico.

Na próxima etapa, o projeto retornará à votação do Senado. Nesta etapa, não serão mais possíveis emendas nem alterações, sendo possíveis apenas supressões de artigos, incisos ou parágrafos ou a própria não aprovação do projeto na íntegra. Caso seja aprovado no Senado, passará por aprovação ou veto total ou parcial da Presidência da República.

Durante o IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o presidente Lula mostrou-se preocupado em trazer para o debate o projeto que regulamenta o Ato Médico. Veja discurso no link.

No dia 6 de novembro último, o CFP esteve reunido com outros Conselhos Federais de Saúde, com intuito de discutir o tema e decidir ações conjuntas. Decidiu-se que será feita nova análise dos projetos aprovados para apresentá-los a Senado, Presidência, Casa Civil, Ministério da Saúde e Conselho Nacional de Saúde. Na ocasião, o CFP propôs a reativação da página do “Não ao ato médico” para centralizar as notícias e ações desenvolvidas.

Convocamos os psicólogos para permanecerem na luta, pressionando as instâncias políticas para evitar a aprovação do projeto tal como está. Faça sua manifestação e envie aos senadores clicando aqui. Em breve será possível enviar também seu manifesto por meio da página www.naoaoatomedico.org.br.


Saudações Psis

domingo, 15 de novembro de 2009

Fórum de Enfrentamento à Violência - CNRVV

Hoje inauguro a sessão de postagens para divulgação de eventos relacionados à Psicologia e sempre que possível a atualizarei. Se souberem de algo interessante, escrevam para que seja publicado.

Pois bem, o primeiro evento a ser divulgado é o Fórum de Enfrentamento à Violência, que é parte do projeto "Rede de Pólos de Prevenção à Violência", promovido pelo  CNRVV (Centro de Referência às Vítimas de Violência do Instituto Sedes Sapientiae). O tema do mês de novembro será "As questões de enfrentamento à violência, ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e as discussões sobre a rede de proteção / atendimento"

Palestrantes Convidados:
- Dr. Cláudio Hortencio Costa – Advogado, Mestre em Direito das Relações Públicas – PUC/SP e Professor Convidado do Curso de Aperfeiçoamento "Violência Doméstica: O Fenômeno e as Possibilidades de Intervenção" do CNRVV.
- Dr. Antônio Carlos Madeira de Arruda – Diretor do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus - Secretaria de Saúde do Município de São Paulo. 
- Representante da Coordenadoria Regional de Saúde Leste – Secretaria Municipal de Saúde.

Coordenação do Fórum:
- Dalka Chaves de Almeida Ferrari Coordenadora Geral e da Área de Parcerias do CNRVV. Membro da Diretoria do Instituto Sedes Sapientiae. 

Data: 19 de Novembro de 2009, Quinta-feira

Horário: 14:00h

Valor: Gratuito (não é necessária inscrição prévia)

Local: Instituto Sedes Sapientiae - Rua Ministro Godói, 1484 - Perdizes - SP

Mais informações: Tel.:(11) 3866-2756



Saudações Psis

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Resposta de um fisioterapeuta ao ATO MÉDICO

Com o avanço do Ato Médico rumo à aprovação e com minha constante indignação com o fato, resolvi postar a carta que recebi por e-mail do Marco Túlio Saldanha dos Anjos, fisioterapeuta, que pelo visto está tão inconformado quanto eu.

Os questionamentos do Marco são extremamente pertinentes e a mesma situação se aplica às outras áreas da saúde. Leiam e tirem suas próprias conclusões. Se concordarem conosco, peço para que divulguem a postagem, copiem a carta, repassem por e-mail... Enfim, mobilizem-se para que o Ato Médico não se torne uma lei que restringe nossa prática profissional e nos subjugue à classe médica! É o que diz o slogan: "O Ato Médico ata-nos"




Aí está:

"Caros senhores favoráveis ao Ato Médico,


Se o grande problema é "prescrever", por favor, preciso que me prescrevam um tratamento fisioterapêutico para um paciente de 45 anos com uma tendinopatia crônica do tendão do músculo supra-espinhoso, apresentando calcificação no tendão. Ele apresenta história ocupacional de trabalho com elevação dos membros superiores acima do nível da cabeça (é vendedor de loja de roupas).

Como é ex-jogador de voleibol, desenvolveu lesão do nervo supra-escapular, que culminou numa atrofia do músculo infra-espinhoso. Devido a distúrbios hormonais, desenvolveu osteoporose. Na avaliação, apresentou restrição da mobilidade da cápsula posterior do ombro, fraqueza dos músculos rotadores internos do úmero (grau 3), além de fraqueza de serrátil anterior e trapézio fibras inferiores (graus 4 para os dois músculos). A articulação esterno-clavicular também tem sua mobilidade diminuída.


O que devo fazer, Dr.? Como posso fazer para restaurar a mobilidade da articulação? O que é mais indicado: mobilização articular ou alongamento? No caso de ser mobilização, que grau devo utilizar? No caso de ser alongamento, é preferível o alongamento ser estático ou balístico? Ou seria melhor utilizar de contração-relaxamento? Qual o tempo adequado de manutenção do alongamento? Ou será que é tudo contra-inidcado, devido à osteoporose?


Com relação ao fortalecimento dos rotadores internos do úmero, qual exercício seria mais indicado para fortalecer o músculo sub-escapular, importante na estabilização dinâmica da articulação gleno-umeral? Devo usar thera-band, halteres, resistência manual ou simplesmente realizar exercícios ativos livres?


Com relação ao serrátil anterior qual exercício seria mais indicado?


Push-ups? Protração resistida? Exercícios ativos apenas, simulando atividades funcionais e procurando evitar movimentos escapulares anormais?


Tudo isso? Nada disso? E se ele utilizar de compensações para a realização dos exercícios, como devo proceder?


Com relação ao trapézio inferior, é melhor fazer o exercício contra ou a favor da gravidade? Devo ou não utilizar de movimentos ativo-assistidos?


Qual o melhor exercício? Existe tal exercício?


No caso da restrição da articulação esterno-clavicular, é necessário corrigir essa alteração de mobilidade? Se for, é possível corrigí-la? Como proceder. Tem contra-indicações ou precauções?


Não podemos esquecer-nos de tratar também o tecido lesado (tendão do supra-espinhoso). Ele apresenta dor moderada ao elevar o membro superior D acima de 90 graus, que diminui a praticamente zero ao abaixar o braço. É necessára analgesia? Se for, que forma TENS? Qual a modulação (frequência, comprimento de onda, duração e intensidade)? Ou será que crioterapia é melhor? Em qual forma de aplicação? Por quanto tempo? Ou será que nenhuma analgesia é necessária?


O que posso fazer para estimular o reparo do tendão? US (quantos MHz?


Quantos W/cm2? por quanto tempo? Onde aplicar?), Laser (qual a intensidade? duração? tem contra-indicações?), exercícios (excêntricos, concêntricos, isométricos, resisitidos, livres? quantas séries e repetições? Qual o intervalo entre séries? Quantos RM? Devo fazer todos os dias ou não? É contra-indicado exercício?). Como posso fazer um exercício para supra-espinhoso?"


Por favor, repassem essa mensagem com urgência para todos os médicos com competência para me ajudar, pois estou com o paciente afastado do trabalho por invalidez e continuo aguardando a "prescrição médica da fisioterapia", já que sem a "prescrição médica", segundo o ato médico, não posso fazer nada e nós todos os brasileiros, inclusive os médicos estamos pagando para ele não trabalhar. Não deixemos esse afastametno virar aposentadoria!


Concluindo: Sim ao ato médico, desde que os médicos estudem na faculdade todo o conteúdo que outras 13 profissões da área de saúde têm em seu currículo."


Marco Túlio Saldanha dos Anjos
Fisioterapeuta
CREFITO-4 51246-F

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Terapia Virtual


Recentemente saiu no jornal Folha de São Paulo uma reportagem sobre atendimentos psicológicos virtuais e suas especificidades (clique aqui para lê-la na íntegra) . Primeiramente preciso dizer que gostei da forma como o assunto foi abordado, pois é uma questão atual e complexa para pacientes e terapeutas.

Hoje termos como notebook, conexão wireless, acesso à internet via celular, webcam, e-mail, Skype e MSN são usados com freqüencia por muitas pessoas e, arrisco dizer, pela maioria dos que leêm este blog. A tecnologia facilita nosso cotidiano: podemos resolver (quase) tudo pela internet, de pagamento de contas a compras de supermercado, mandar mensagens instantâneas para alguém que está na sala ao lado ou para uma pessoa do outro lado do mundo, tudo sem sair da cadeira!

Vemos cada vez mais casos de amizades que começaram em chats e alguns casamentos que aconteceram graças ao mundo virtual. Temos lojas virtuais, cursos virtuais (do curso de culinária ao ensino universitário!), bibliotecas virtuais, golpes e roubos virtuais... Enfim, descobrimos a existência de um mundo paralelo ao mundo real! E lembro que, há alguns anos, isso era tema de filme de ficção científica...

Com esse aumento da tecnologia acessível à população, a Psicologia também entrou na dança e começou-se a pensar na interferência dessa virtualidade no processo terapêutico. Algo que faz parte do cotidiano e é mediador de tantas atividades, obviamente aparece nas sessões de psicoterapia. Mas não é só isso!

Muitas pessoas começaram a se perguntar sobre atendimento psicológico virtual: a praticidade de ser atendido sem precisar se locomover até um consultório, poder escolher o profissional sem se preocupar com a distância ou com horários. A idéia parece tentadora para alguns e assustadora para outros!

Como ficaria a relação terapêutica a distância? E aquilo que chamamos de vínculo terapêutico? E os elementos não-verbais de comunicação (postura, forma de comportamento, gestos, tons de voz)? Parte disso se perde na comunicação escrita, em contrapartida temos microfones e webcams... Acredito que o atendimento virtual pode oferecer algumas vantagens, porém não basta transpor o modelo de psicoterapia presencial para a virtual. A passagem precisa ser feita com calma e cuidado, pensando-se nas questões éticas envolvidas e no real benefício deste modelo para o paciente.

Há estudos nacionais e internacionais que procuram compreender de que forma funcionaria este tipo de atendimento e sua eficácia. Ressalto que o CFP não autoriza a realização de psicoterapia pela internet, a menos que seja parte de uma pesquisa devidamente registrada junto ao Conselho Nacional de Saúde.

Enquanto continuamos pesquisando a psicoterapia virtual, a orientação psicológica via internet já é regulamentada pelo CFP e existem serviços bem estabelecidos, como o NPPi, núcleo da PUC-SP, que orienta o paciente em questões específicas e faz os encaminhamentos necessários. Na dúvida, procure o Serviço de Orientação do CRP de sua região e informe-se!

Pessoalmente, tenho uma certa dificuldade em imaginar um atendimento psicoterápico que ocorra somente via chat ou e-mail, pois valorizo muito o contato olho no olho, as expressões, o tom de voz, o gestual e tudo aquilo que ocorre numa relação interpessoal de forma espontânea. Quando uma pessoa se vê na tela do computador ou escreve uma mensagem, seu comportamento automaticamente muda. Quem nunca escreveu um e-mail, depois releu, apagou, trocou as palavras? E isso tudo tem seu valor numa relação terapêutica.

Este é um dos motivos de eu apoiar as pesquisas sérias para que um possível atendimento psicoterápico virtual seja feito da forma mais adequada possível e de insistir para que as pessoas se informem sobre os serviços virtuais oferecidos por aí e verifiquem se são devidamente regulamentados e aprovados pelos Conselhos regionais e federal de Psicologia.

Saudações Psis